Nunca…entretanto, o mundo diz: Em onde consiste tanto amor, tamanha valentia e força? Onde nasceram os nobres guerreiros, de rostos duros que esboçam sorrisos, por hora contidos; que pela chama ardente do olhar, derretem a esperança derrotada dos inimigos; que pelas lágrimas, transportam-se do passado para um futuro de glórias, glorias ainda por vir, onde de pedra em pedra, removidas dos escombros, vão erguendo o que nunca fora destruído.
O quê hoje, aparentemente são destroços, pode-se dizer, quê serão monumentos, onde neles existirão ajuntamentos solenes, e entre os nobres da terra, estarão também os humildes, e hoje, humilhados desconhecidos rostos; porquanto: Todos quantos proferiram a derrota dos justos, cairão, assim como cai a dureza do coração do impio e é lançada em abismo profundo.
…E, o quê direi eu?
Direi quê: Já antes, vi os campos risonhos, e neles repousei os meus olhos brilhantes, e contemplei a alegria em rostos que expressavam a paz; avistei a prosperidade dos que nada tinham, vi-os regozijando na abundância; e com isto pensei: Caíram todos os valentes…
E todos a uma só voz , cantavam: Glória a Ucrânia!
E, o quê poderia dizer eu? Juntei-me à aquele canto solene e em alta voz também cantei:
Glória a Ucrânia!