Carta-diário à Ucrânia

…em meio à escuridão, não estamos em trevas, porque a luz nos direciona a passos largos diante de um caminho de paz que nos aguarda…silencioso, calmo, sereno…

Em todos os dias dizemos uns aos outros: Seja Bendito o Nome de Deus que nos assisti e nos acolhe, mediante o amor mútuo que sentimos pelos que nos abraçam com estreitos laços de amizade e fraternidade; porque somos filhos da luz, provados pela guerra, queimados pelos grilhões do mal que nos cerca, porém, vencedores, pela força e justiça que há em nós.

Houve tempos, em que éramos tidos como povos dominados pelo um mundo e governo fraudulento e opressor, mas nunca curvamos as nossas cabeças diante dos que praticam as obras da maldade e do cativeiro , porque nascemos livres e livres seremos, assim como as gaivotas por sobre o mar, o mar de Azov, o mar Negro, em cujas ondas são serenas por sob o céu azulado e límpido, que cobre o litoral Leste, e se expande pelas planas e verdes campinas, que em seu tempo certo cobrem-se com lençóis de girassóis, e, em um coro celeste, vão girando ao movimento esplendoroso do sol quente… e todos a uma só vez, inclinam-se, não apenas diante do sol, mas perante aquele que o fez, pois aquele que fez o sol, faz girar em igual modo a terra, e no suceder dos dias, virão com eles a nossa tão esperada e desejada liberdade, para assim levantarmos e dizermos juntos: Salve a Ucrânia!

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