O tempo das trevas

O deus sol adormeceu e a terra repousa no silêncio.

Desde os tempos remotos os revolucionários faziam soar as suas frases de afirmações com conceitos acerca da vida e existência humana. Contrariar as obras materiais era o tema principal dos grandes filósofos e pensadores da antiguidade, que centravam as suas falas com base na prática do bem, da justiça, da moral e da verdade. Em defesa dos bens morais estavam centradas as suas ideias e em clamor ao anti-materialismo eles descreveram a vida em forma de gráficos que representavam o elo de encontro entre o ser, o viver, o existir, o ter, o não ter; com isto eles encontraram a ligação entre a vida e a morte.

Nos ideais dos pensadores estava centrada a vida em harmonia com a simplicidade e sem luxurias, sendo assim, a morte poderia ser banida com mais facilidade, ficando fora do ciclo de vida terrestre por mais um longo tempo.

Deus abraçou e abençoou os filósofos pensadores.

Se não fora isso, nada teria sido restaurado dos tempos das trevas para os tempos de luz; porque, em dado período, o deus sol vivia embriagado na absorção do sangue quente dos inocentes mortais, que em suas mortalidades , vestiam as mortalhas da morte antes mesmo de a morte tragar-lhes a vida.

Os cálculos foram exatos, porque trouxeram a razão da vida em números, mesmo que os maiores e incalculáveis reais valores da existência humana não possam serem descritos em números; mas podemos contá-los e considerá-los em ações praticadas, tudo o que d’antes “eram apenas pensamentos”.

Não podemos contar:

■ Conhece-te a ti, eu conheço a mim ■- Sócrates- 470 – 399 a.C

◇ Eu só sei que nada sei ◇ Sócrates – 470 – 399 a. C

\ Porque eu também sou um ignorante | Sócrates – 470 – 399 a.C

…e o deus sol adormeceu, o mundo repousa no silêncio.

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